Classificamos como: “redes sociais” todas as relações interpessoais que ligam 2 ou mais indivíduos. Como sabemos, o mundo virtual copia tudo o que pode do mundo real, com a rede social não é diferente. Os modeladores da “grande rede” vem tentando simular desde os laços de amizade até ambientes de paquera pela internet.
Começaram por IRQ passando por salas de bate-papo e criando as redes sociais que conhecemos hoje em dia como: Orkut e Facebook, pesquisando um pouco na internet encontrei essa definição: “Redes Sociais são as relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador. Esses sistemas funcionam através da interação social, buscando conectar pessoas e proporcionar sua comunicação.” (Fonte: Wikipédia).
Laços sociais são divididos em fortes e fracas, as fortes são caracterizadas pelo laço afetivo já existente ou a intenção de cria-lo, ou seja, são as ligações de primeiro grau. Já os laços fracos são os que ligam pessoas através de amigos comuns ou amigos de amigos comuns… Pode-se dizer que a diferença é que as relações fracas são criadas independentemente da vontade das pessoas. As redes sociais virtuais criaram novos conceitos que não existem nas redes sociais do “mundo real”. Por exemplo, no Orkut temos alguns perfis (representações dos individuos) que apenas “colecionam” outros perfis, mesmo que não haja troca de mensagens entre estes (o que faz com que as ligações não sejam consideradas fortes), esses são os hubs. Não existem hubs nas redes da “vida real”.
Também criamos um conceito específico de comunidades no ciberespaço. Embora “comunidade” tenha um significado dinâmico, na internet comunidades são basicamente grupos onde pessoas se reúnem para discutir assuntos de interesse comum. Atualmente as comunidades tem um papel muito importante para que pessoas com o mesmo interesse possam se comunicar, e posteriormente realizar encontros físicos, ou não, uma vez que os pontos de encontro virtuais não tem barreiras físicas.
Nas comunidades também podemos encontrar um grande acervo de informações e opiniões sobre os mais diversos assuntos. Mas não só de flores é formada a nossa “vida virtual”, por serem muito populares os sites de relacionamentos estão cheios de pessoas mal-intencionadas, algumas disseminando spans ou propagandas comerciais, outras distribuindo vírus, worms e outras pragas virtuais e outras simplesmente incomodando e bisbilhotando perfis alheios. Com criação das comunidades virtuais, o contato físico deixou de ser um pré-requisito para a existência de um contato social.
Os weblogs e fotologs se enquadram no modelo de redes socais na medida em que possuam lista de amigos
A comunicação mediada por computador, através dos weblogs e fotologs pode estar contribuindo para reduzir a distância entre as pessoas aumentando a aglomeração de gente entre os grupos.
O problema de Barabási evidencia que podem haver usuários e comunidades “hubs”, ou seja, Não existe intenção de manter uma troca de informação. Esses usuários e comunidades perdem um pré-requisito importantíssimo para manter relações sociais propriamente ditas. A questão de Barabási é: “O modelo de redes sociais na Internet não pressupõe interação social para o estabelecimento das conexões. Essas conexões realmente podem ser consideradas redes sociais?”.
“É espantosamente óbvio que nossa tecnologia excede nossa humanidade.”
Albert Einstein
Venho através deste post mais uma vez fazer um apelo a aquelas pessoas que perdem seu tempo repassando e-mails que recebem. Além de ser uma coisa muito chata pra quem recebe e uma verdadeira perda de credibilidade para quem reenvia, estas “correntes” não passam de mais uma técnica usada por pessoas inescrupulosas que colecionam os endereços de e-mail contidos na mensagem e os vendem para disseminadores de vírus e spans!
É isso mesmo! Aquelas correntes que você recebe e repassa com as mais puras e boas intenções só contribuem com o aumento das pragas virtuais que superlotam nossas caixas de e-mail. Portanto a partir de agora não acredite mais nessas mensagens do tipo: “essa criança doente recebe 12 centavos por cada e-mail enviado”. É tudo mentira!
Se um dia você realmente precisar enviar um e-mail para vários contatos, coloque apenas um endereço no campo: “PARA:” e os outros no campo: “CCO:”. Isto fará com que o e-mail chegue a todos os endereçados, mas ninguém terá o acesso aos endereços de seus contatos.
Deixo o link para o texto que me fez abrir os olhos sobre esse assunto:
http://lucasrocha.redeaberta.com.br/wp-content/uploads/2009/03/a_malicia_das_mensagens_da_net.doc
“Há duas coisas infinitas: o Universo e a tolice dos homens. Mas não tenho certeza do que afirmo sobre a questão do universo.” Albert Einstein
Os meios físicos usados para transmissão de dados, voz e vídeo ainda em uso atualmente no mundo digital limitam-se a basicamente 3 tipos: Cabos coaxiais, par trançado e fibra ótica. O cabo coaxial é largamente utilizado pra transmissão de vídeo (ele é aquele cabo que liga a antena até o receptor ou televisor em sua casa), mas está caindo em desuso no mundo digital devido a requisitos elétricos como o controle da amperagem e a necessidade de terminadores em cada extremidade do fio, e requisitos técnicos como a obrigatoriedade de topologia física em barramento (figura 1).
Então vamos aprender um pouco sobre cabos de par trançado e fibra ótica. Quanto à fibra ótica, me limitarei a dizer que suporta maior fluxo de dados (mais Megabits por segundo), distâncias muito maiores e não sofre nenhum tipo de interferência eletromagnética já que o portador (o “cavalo” que carrega os dados) é um (ou vários) feixe de luz. Por enquanto não vamos nos aprofundar muito nos cabos de fibra ótica, basta que tenhamos em mente que se trata de um cabo com qualidade de transmissão muito superior aos outros dois, porém seu preço é bastante salgado!
O cabo de rede mais utilizado atualmente é o chamado cabo de par trançado. Estes cabos são divididos em 2 tipos: UTP (unshielded twisted pair) e STP (shielded twisted pair).
Cabos STP são compostos de 8 fios trançados em pares e são blindados por uma capa metálica (parecendo papel laminado) ou por uma malha metálica como a dos cabos coaxiais, sendo que a segunda opção é mais segura e exige mais atenção no aterramento. O objetivo dessas blindagens é evitar interferências causadas pelo meio externo (como motores próximos ao cabo, por exemplo)
Os cabos UTP são igualmente compostos de 4 pares de fios, porém são isentos da blindagem, portanto são mais suscetíveis a interferências externas. A vantagem deles está no baixo custo e simplicidade no uso (basta “plugar e usar”) o que faz com que sejam os mais utilizados em redes de curta distância ou domiciliares (a diferença entre os cabos UTP e STP pode ser vista na figura 2). Uma curiosidade sobre os cabos UTP/STP é que cada par de fios é trançado com números de voltas diferentes, isso é feito propositalmente para que um fio não cause interferência no outro (a chamada diafonia ou cross-talk), por isso toda vez que desenrolamos parte desses pares para crimpar (preparar o conector) um cabo desse tipo, inevitavelmente estamos reduzindo a qualidade do sinal.
Ao contrário do que muitos pensam, cabos de par trançado não são vendidos em várias cores por questões estéticas. Na verdade existem normas que indicam que cor de cabo deve ser usada pra cada tipo de aplicação (dados, voz, vídeo, CLP’s), pena que a maioria das pessoas não conhece ou não quer usar esta padronização. Se a usássemos, a detecção de problemas na rede seria muito mais fácil. De minha parte, vou procurar me informar sobre essas normas, e à medida em que for aprendendo divulgo aqui no redeaberta.

topologia em barramento
figura 1

figura 2
figura 2

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